quarta-feira, 4 de maio de 2011

Mulher e Trabalho

Mulher e Trabalho

Olive Schreiner 1911
  
O Presente texto elabora de forma histórico-cronológica a cultura e o papel social da mulher e como está é representada pela sociedade.
Segundo as palavras da autora para que um trabalho igualmente bem executado por um homen e uma mulher é ordenado que a mulher em razão de seu sexo só deve receber uma recompensa menor, o que mostra uma abordagem totalmente errônea em relação à mesma na sociedade atual.
A mulher passou por várias fases de trabalho, onde se foi substituindo os campos de trabalhos antigos e tradicionais para descobrir novas modalidades e criar está força propulsora, este grito de liberdade que é o “Movimento da Mulher moderna”; gritos de novas formas de trabalho e novos campos para o exercício de suas competências, agora valorizada.
A mulher com o trabalho quebrou vários paradigmas referentes ao seu passado, aos costumes e ao referencial domestico que durante muitos anos foi o dilema de várias, logo aos poucos este mesmo referencial vem mudando e atingindo uma tendência de torná-la mais ou menos parasitária, sem o trabalho consciente, social e reduzi - lá para o exercício de funções passivas, sexo sozinho.
Portanto, são essas regras que tanto o seu passado quanto no seu presente é que a mulher moderna vem aumentando seu espaço, tanto no trabalho, quanto em sua vida pessoal, com capacidade de dirigir organizações, a família e até uma nação, pois o homen é coordenado ao trabalho diário de sol a sol, logo o trabalho da mulher em comparação feita, nunca termina, por que é a mulher que nas mãos e joelhos calejados e que em “dez” pense por dia, que esfrega o chão dos edifícios públicos ou residências particulares, que enche o homen de angústia, mas a mulher que por trabalhar em um escritório e que deve ganhar entre “cento e cinqüenta quilos”, ser capaz de ter uma confortável casa própria e ter sua noite livre para estudos e lazer, isto o aflige profundamente.
E é dentro desse quadro social da história do trabalho da mulher que a busca da liberdade e independência, mesmo com todas as resistências vem demonstrando que a mesma é muito mais do que a “progenitora”; é também um ser criativo, idealista e tão trabalhador quanto o homen.


Baseado no texto: Mulher e Trabalho de Olive Schreiner 1911.

O Mistério Lingüístico dos alunos do Ensino Médio


Atualmente o acesso dos jovens a internet é cada vez maior, tornando-se rotina obrigatória pela sua maior parte. O fato de a internet ser uma ferramenta dinâmica implica em a mesma exigir que seus usuários acompanhem a sua evolução e rapidez de seus conteúdos (informativos ou não), o que a torna um recurso de pesquisa e entretenimento.
E é basicamente neste fator importante, que é o papel de entreter através de chats, blogs e salas de bate-papo é que a internet apresenta-se como a protagonista de uma realidade que a cada dia leva educadores a refletirem sobre como evitar a decadência da escrita que já defasada pode-se tornar um impasse maior para os professores em sua função de alfabetizar. Por outro lado vários estudos são feitos por especialistas na área sobre a linguagem e a escrita de estudantes na internet e até que ponto essa influência pode interferir de maneira positiva ou negativa em seu aprendizado, logo esses estudos são feitos no intuito de prevê futuras mudanças em nosso código lingüístico e como isso pode ser trabalhado nas escolas a fim de evitar tais mudanças.
Contudo, observa-se nas escolas que os alunos conseguem separar a linguagem usada na internet da linguagem formal, apresentando mais índices desta linguagem em sua prática oral do que na escrita, sendo os erros gramaticais analisados de forma costumeira, alegando deficiências de aprendizado comuns e que podem ser corrigidos desde que se trabalhe com propostas didáticas voltadas para as respectivas deficiências, enfatizando os princípios básicos da boa alfabetização (através da observação de tais erros, com atividades focadas nos mesmos) e temas atualizados que correspondam ao ritmo e realidade dos estudantes.

Texto baseado na leitura de: o Mistério linguistico dos alunos do Ensino Médio

Sugestões para as questões: Ensino x Variação e Mudança


Para que haja qualquer situação de mudança na educação é preciso primeiro uma mudança de atitude por parte dos docentes e quando o assunto é variação lingüística dos alunos em sala de aula o mesmo deve estar atento às diversas situações e passar a se posicionar da seguinte forma:


  • Elevar o grau da própria auto-estima lingüística: recusar com veemência os velhos argumentos que visem menosprezar o saber lingüístico individual de cada ser humano;

  • Os docentes devem se impor como falantes competentes de sua língua materna;

  • Parar de acreditar que o “brasileiro não sabe português”, “que português é muito difícil” ou que as pessoas de classes mais baixas ou da zona rural “falam tudo errado”;

  • Deixar de lado e denunciar afirmações preconceituosas, autoritárias e intolerantes;

  • È por parte do docente que ocorre a mudança de atitude que deve refletir-se na não-aceitação de dogmas e sim adquiri uma postura crítica em relação ao seu objeto de trabalho: a norma culta;

  • Em vez de repetir o que se encontra nas gramáticas o professor deve refletir sobre a mesma, lançando dúvidas sobre o que está dito em seu conteúdo, questionar a validade das explicações, filtrá-las tomando por base o seu próprio saber lingüístico e que emprega diariamente;

  • O docente deve transformar-se num pesquisador em tempo integral e empreende-las em sala de aula junto com os alunos;

  • Parar de querer entregar regras já prontas sendo que invés disso deve encontrar métodos inteligentes e prazerosos para que os próprios alunos deduzam as regras da norma culta em textos vivos, coerentes, interessantes, tanto escritos como falado.


Após análise de sugestões para mudar a situação do ensino das escolas sobre a problemática: variações e mudanças lingüísticas observa-se que é possível sim mudar este paradigma na língua, basta aplicar de forma coerente e dinâmica métodos que não causem dúvidas nos alunos sobre a língua como: o que é escrever certo ou se determinada região fala mais certo que outras; o que o docente deve fazer é sim ensinar as riquezas de nossa língua a sua evolução e importância, pois como afirma Marcos Bagno “... toda língua é viva, dinâmica, está em constante movimento – toda língua viva é uma língua em decomposição e em recomposição, em permanente transformação”.

terça-feira, 3 de maio de 2011

O nosso Pluri Português


 

Partimos do pensamento primário e norteador de que o fenômeno “variação lingüística” esteve presente em todo o momento da formação e estruturação de nossa língua, ao retornarmos à língua-mãe, o latim, percebemos que desde então, até os dias atuais, tivemos mudanças renovadoras da língua. Mas não existe uma língua única. Ter  preconceito com a maneira de falar de determinada pessoas devido a seu contexto social é um conceito equivocado que deve ser visto como tal.
A lingüística atual revela que uma língua não é homogenia e deve ser entendida justamente pelo que caracteriza o homem – a diversidade, a possibilidade de mudanças.
É preciso compreender que tais mudanças, como se pensava no início, não se encerram somente no tempo, mas também se manifestam no espaço, nas camadas sociais e nas representações estilísticas.
Em uma linguagem sistemática e coerente podem ocorrer formas diferentes de se efetuar a língua, uma vez que variam no espaço – variação diatópica –, no tempo – variação diacrônica – e no indivíduo.

Ao encontrarmos pessoas de regiões diferentes do Brasil, não é raro nos deparamos com expressões lingüísticas diferentes. Na fala de interioranos de São Paulo, por exemplo, o r é retroflexo, como em porta, celular; já na região Nordeste temos o uso das vogais (o) e (e) abertas, como em Rónaldo, sémente.
É inegável as diferenças que existem dentro de uma mesma comunidade de fala. A partir de um ponto qualquer vão se assinalando diferenças à medida que se avança no espaço geográfico. Da mesma forma se constata diferenças dentro de uma mesma área geográfica, resultantes das diferenças sociológicas tais como educação do indivíduo, sua profissão, grupos com os quais convive, enfim, sua identidade. Tudo isso pode interferir e operar como modelador à fala de alguém.

Comunidades diferentes vivenciam experiências diferentes e isto se reflete nos respectivos sistemas lingüísticos: léxico, morfológico e sintático. Um grupo acadêmico de uma universidade apresentará uma variedade lingüística bem diferente de um grupo de vendedores ambulantes do interior do Brasil. Cada qual usará o recurso lingüístico que lhe foi concebido em seu processo de aprendizagem para efetuar a comunicação.


Do exposto, concluímos que a língua não é um instrumento neutro, um contingente meio de comunicação entre os homens, mas principalmente a expressão de sua diferença.

Mulher proletária


Mulher proletária — única fábrica
que o operário tem, (fabrica filhos)
tu na tua superprodução de máquina humana
forneces anjos para o Senhor Jesus,
forneces braços para o senhor burguês.

Mulher proletária,
o operário, teu proprietário
há de ver, há de ver:
a tua produção,
a tua superprodução,
ao contrário das máquinas burguesas
salvar o teu proprietário
.

Jorge de Lima

Literatura: metaficção historiográfica

  
   A literatura são conjuntos de obras escritas que estabelecem a base de duas modalidades, para estabelecer uma interação de estudo sistemático da produção de textos figurados como objeto de investigação para diversas correntes da teoria.
  Por isso a literatura hoje é conhecida como metaficção historiográfica.
  Então partindo deste conceito, temos o estudo da fenomenologia que cuida dos aspectos da literatura e do autor.
  Atualmente, a literatura é analisada a partir da leitura prévia para, posteriormente, contextualizar com a teoria.
  A subjetividade do texto literário permite que o leitor também seja um personagem na construção da obra, a partir de sua interação e emissão das ideias sob um olhar crítico, compreendendo as entrelinhas e captando as informações de intertextualidade.
  O leitor tem o papel tanto de interpretar o que foi lido, como criar diferentes situações para o mesmo de acordo com sua bagagem cultural e formação acadêmica.
  A literatura é uma produção que deriva do campo real para a ficção, sendo essa construção interligada ao processo criativo que dá vida a novas situações e reconstruções do mundo real de uma determinada época.
  O real pode ser uma situação vivida pelo autor no texto, seja ele um conto, uma poesia, uma história em que ele conviveu. O imaginário é a sua visão daquela situação com um olhar particular. E o fictício é a criação final, a arte em si, a particularidade de cada obra, a conclusão da escrita.
  Diante de tais observações, a literatura pode ser vista de maneira diferenciada de acordo com a visão do leitor, de como está analisando, observando detalhes com um olhar particular no qual a sua experiência, o seu conhecimento literário, muda a maneira como o autor vê determinadas situações vividas pelo personagem.


Texto apresentado em aula da disciplina Teoria e Crítica literária.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Carlos Drummond de Andrade


Recomeçar

Não importa onde você parou …
em que momento da vida você cansou…
o que importa é que sempre é possível e necessário “Recomeçar”.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo…
é renovar as esperanças na vida e o mais importante…
acreditar em você de novo…
Sofreu muito nesse período? Foi aprendizado.
Chorou muito? Foi limpeza da alma.
Ficou com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las um dia.
Tem tanta gente esperando apenas um sorriso seu para “chegar” perto de você.
Recomeçar…
hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você que chegar?
Ir alto… sonhe alto…
queira o melhor do melhor…
pensando assim trazemos pra nós aquilo que desejamos…
Se pensarmos pequeno coisas pequenas teremos ….
Já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos pelo melhor, o melhor vai se instalar em nossa vida.
“Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.”

OS 10 MAIORES ERROS DE AUTORES INICIANTES